Advocef pede apoio ao Itamaraty para acelerar repatriação do corpo da associada Meire Amorim

A Associação Nacional dos Advogados da Caixa Econômica Federal (Advocef) pediu apoio ao Itamaraty para acelerar a repatriação do corpo da advogada Meire Aparecida de Amorim. Moradora do Distrito Federal, a mulher morreu durante passeio turístico em safári na Namíbia, país no sudoeste da África, na última sexta-feira (29/5). Ela estava em um carro que capotou no safári.

Segundo a associação, o corpo de Meire permanece no necrotério da Walvis Bay Police Station, na cidade de Walvis Bay e os familiares aguardam há cinco dias a conclusão dos procedimentos conduzidos pelas autoridades locais.

De acordo com a associação, a situação tem provocado angústia em razão da distância geográfica e da incerteza sobre os prazos para a liberação do corpo.

A associação encaminhou ofício ao Ministério das Relações Exteriores nesta quarta-feira (3/6). A entidade pede que o Itamaraty auxilie na interlocução com as autoridades diplomáticas da Namíbia e viabilize uma reunião entre os familiares da advogada e representantes da embaixada do país africano no Brasil.

Segundo a associação, o translado internacional já possui cobertura securitária e não há impedimentos financeiros para o retorno do corpo ao Brasil.

A solicitação busca proporcionar maior celeridade possível na conclusão das etapas necessárias à emissão da documentação exigida para a repatriação.

*Com inftormações do Metrópoles https://www.metropoles.com/distrito-federal/corpo-de-advogada-do-df-segue-na-africa-apos-tragedia-em-safari