Paternidade e advocacia: lições que transformam a vida e fortalecem a atuação profissional
Para celebrar o Dia dos Pais, a Advocef convidou os associados a refletirem sobre uma pergunta simples, mas repleta de significado: o que a paternidade ensinou que também faz de você um advogado melhor?
As respostas mostram que a experiência de ser pai ultrapassa a vida familiar e também se reflete na atuação profissional. Empatia, escuta, paciência, resiliência, respeito às individualidades e senso de responsabilidade aparecem como valores que fortalecem não apenas as relações familiares, mas também a prática de uma advocacia mais humana, equilibrada e comprometida com as pessoas.
Para abrir a série de depoimentos, o diretor jurídico da CAIXA, Carlos Augusto de Andrade Jenier, compartilha uma reflexão sobre como a paternidade o ensinou a compreender o outro, valorizar o diálogo e construir soluções a partir da confiança e do respeito mútuo, princípios que também orientam uma atuação jurídica responsável e colaborativa.

“A paternidade surgiu para mim como um convite: um convite ao cuidado, ao aprendizado, à descoberta e, sobretudo, à compreensão genuína do outro.
Nesse caminho, tive a oportunidade de errar, de reconhecer os meus erros e de compreender que o aprendizado com aquele novo ser humano se constrói, sempre, a partir de uma via de mão dupla. Ao me permitir aprender a ser pai, os meus dois “professores” (Mateus e Miguel) me ensinaram que eu precisava, antes de tudo, me tornar um ser humano melhor. Com eles, aprendi que escutar é tão importante quanto falar, que paciência não é passividade, e que o respeito às individualidades é a base de qualquer relação verdadeira.
Como profissional, compreendi a importância do diálogo, da empatia e da construção de soluções que considerem as diferentes perspectivas. Entendi que, sem respeitar as particularidades de cada um, não há possibilidade de negociação efetiva e nem muito menos confiança e justiça nas nossas decisões. Esses, acredito, são os valores que se traduzem em uma atuação responsável, colaborativa e comprometida com todos.
A paternidade me ensinou que servir bem é, antes de tudo, entender o outro. E esse entendimento é o que me impulsiona, todos os dias, a ser um profissional melhor e mais alinhado aos objetivos que perseguimos” – Carlos Jenier, Diretor Jurídico da CAIXA.
Mais depoimentos
A seguir, reunimos os relatos enviados por colegas de diferentes unidades da CAIXA, que aceitaram compartilhar suas experiências e demonstram como os ensinamentos da paternidade contribuem para uma advocacia cada vez mais sensível, ética e comprometida com sua missão.
“A paternidade me ensinou a estar sempre me reinventando e a ser resiliente, tanto no trato com os filhos em cada fase do seu desenvolvimento quanto na condução dos processos. Afinal, cada momento exige uma necessidade diferente.” Marcio Ricardo Pires Santana, JURIR/VT, de Vitória (ES).
“A paternidade me ensinou a ter mais paciência diante de problemas e mais empatia com os desafios dos outros, seja colega, advogado ou parte”. Mateus Rodrigues Casotti, CEAJU/SP, de Vitória (ES).
“A paternidade me ensinou a importância da empatia. Como pai, aprendi a ouvir mais, compreender diferentes perspectivas e enxergar as pessoas além dos problemas. Isso também me tornou um advogado melhor, mais humano, equilibrado e atento às histórias que existem por trás de cada caso.” Jean Pablo de Paiva Lopes, JURIR/BH, de Brasília (DF).
“A paternidade me ensinou que ouvir com atenção, compreender antes de julgar e agir com responsabilidade pelas consequências das nossas escolhas são lições que também me tornam, todos os dias, um advogado melhor.” Carlos Roberto de Araújo, coordenador jurídico da CAIXA no Rio Grande do Norte.
“Tenho orgulho de ter sido uma referência na formação pessoal e profissional dela. Hoje ela é que é uma referência na minha vida profissional. Com o apoio dela busco novos desafios a cada dia, tentando fazer o melhor, sempre. A paternidade me ensinou uma face especial de sentimento e de responsabilidade. Tenho orgulho de ter sido uma referência na formação pessoal e profissional dela. Hoje ela é que é uma referência na minha vida profissional. Pesquisamos juntos, escrevemos artigos juntos, inclusive na revista da Advocef. Eu a incentivo em seus projetos profissionais. Ela me incentiva nos meus projetos. Entre outras inovações, me apresentou a inteligência artificial e me incentiva nas novas tecnologias. Assim, ela me faz um advogado melhor, buscando com o apoio dela novos desafios a cada dia, tentando fazer o melhor, sempre.” Floriano Benevides de Magalhães Neto, JURIR/FO, de Fortaleza (CE).
A Advocef agradece a todos os associados que participaram da campanha e dividiram suas histórias. Que estas reflexões inspirem não apenas a celebração do Dia dos Pais, mas também o reconhecimento dos valores que aproximam a vida pessoal e a atuação profissional em benefício de uma Advocacia que gera valor.








